Era filho de João Rodrigues da Cruz e de Bárbara Luiza Correia de Bastos.

Nasceu no lugar do Moutedo no dia 8 de Novembro de 1777 e faleceu a 4 de Outubro de 1862 na sua casa no Porto.

Formou-se em Direito pela Universidade de Coimbra.

Casou-se na Sé Catedral do Porto com D. Maria Joaquina Rodrigues de Sampaio (sua prima), filha de Manuel Rodrigues da Cruz, ourives, natural do Moutedo.

Foi uma notável figura política e literária.

 

Em 1827 foi nomeado intendente geral de policia pela Infanta D. Isabel Maria, aderindo assim á nova politica.

Teve funçoes de Juiz do Tombo da comarca de Barcelos;

Depois de servir o Rei D. Miguel I, até 1833, em vários cargos, retirou-se à vida privada, dedicando-se à literatura.

No campo literário publicou várias obras como:

"Biografia da Sereníssima Senhora Infanta D.Isabel Maria";

"Meditações ou Discursos Religiosos";

"Colecção de Pensamentos, Máximas e Provérbios";

"A Virgem da Polónia";

"Os dois Artistas ou Albano e Virginia";

"O Médico do Deserto".

 

 O Dr. Rodrigues Bastos também era colaborador do jornal portuense "O Comércio".

 A Junta de Freguesia de Valongo do Vouga dedicou-lhe uma a rua príncipal do Lugar da Arrancada.

 

 

Obteve vários cargos políticos em diferentes distritos;

Foi Desembargador da mesa do Desembargo do Paço.